The Welf Journal

Como apuramos

Este é o método que vale para todo artigo do The Welf Journal. Se um texto fugir dele, é erro e entra em Correções.

1. Fonte primária ou nada

Toda afirmação que dá para verificar vai até a fonte original: PubMed, o periódico, um órgão oficial ou o texto da lei. Notícia de agregador sem DOI não basta: procuramos o estudo de verdade, e se não confirmamos, descartamos o assunto. O link do DOI aparece no fim de cada artigo.

2. Tipo de estudo dito em voz alta

O verbo do texto respeita o que o estudo permite afirmar:

Tipo de estudoComo escrevemos
Ensaio randomizado“reduz”, “aumenta”, com amostra e desenho
Meta-análise“reduz”, “aumenta”, dizendo quantos estudos foram reunidos
Observacional (coorte)“foi associado a”, nunca “causa”
Animais“em camundongos, reduziu”, deixando claro que é animal
Células em laboratório“em células, reduziu”, deixando claro que é laboratório
Pré-printsó com ressalva: o estudo ainda não passou por revisão de outros cientistas

3. Número só com origem

Amostra, porcentagem e datas entram sempre que existirem, e nunca são inventados. Item que não conseguimos conferir não ganha número. Quando duas fontes divergem, usamos a formulação mais conservadora e registramos a divergência no texto.

4. O que o estudo não prova

Todo artigo traz os limites do estudo: tamanho da amostra, tipo de participante, o que foi só uma hipótese dos autores.

5. Linguagem de quem não é da área

Termo técnico é explicado no próprio texto. A ideia é que qualquer pessoa entenda, inclusive quem trabalha com saúde e está lendo fora da sua especialidade.

Responsabilidade editorial

A redação do The Welf Journal responde por tudo o que publica. Antes de sair, cada número é conferido contra a fonte primária, e o que sair errado é corrigido à vista de todos, com registro na página Correções.